quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Como alavancar as vendas e conseguir maior apelo junto ao público

Cada dia mais empresas estão dispostas a usar uma marca ou personagem conhecido 

para alavancar as vendas e conseguir maior apelo junto ao público. De acordo com 

dados da Associação Brasileira de Licenciamento. 

O licenciamento de marcas é uma oportunidade tanto para as empresas detentoras das 

marcas, que ganham royalties com sua licença, como para empresas que desenvolvem 

produtos ou serviços e podem agregar valor aos mesmos por meio da aplicação de uma 

marca, imagem ou personagem.

 A licença de uso de uma marca ou personagem só é concedida a uma empresa caso 

ainda não haja ninguém fazendo algo idêntico ao que ela se propõe a produzir. Isso 

ajuda a garantir as vendas sem baixar a lucratividade, Diz  Marcos Bandeira de 

Mello, gerente geral da divisão Consumer Products da Warner, dona dos direitos do 

São Paulo Futebol Clube e de personagens como Harry Potter, Batman e Speedy Racer.

 “Mas sempre procuramos ajudar o parceiro a encontrar alternativas, combinando 

diferentes personagens e produtos.” 

No entanto, engana-se quem acredita que ao firmar um contrato terá o direito de uso 

de uma marca ou personagem para sempre. 

Os contratos de licenciamento variam entre um e três anos. Cabe à empresa 

licenciada fazer uma estimativa de produção ao longo desse período. A partir do 

volume estimado serão calculados os royalties, cujo percentual varia de 6% a 14% 

sobre o valor total das vendas. 

A prestação de conta pode ser mensal ou trimestral. Mas normalmente paga-se um 

adiantamento em torno de 20% sobre o valor total dos royalties previstos. 

“É uma forma de estimular a licenciada a fabricar realmente o produto e não 

simplesmente guardar na gaveta uma marca cujos direitos ela comprou”, diz Marcelo 

Nogueira, dono da agência Extreme Global Licensing, que tem em seu portfólio 

personagens como Bad Boy, Riquinho, Luluzinha, Pucca, além da marca Ana Hickmann. 

Uma vez assinado o contrato, o licenciado recebe o guia de estilos, um manual que 

traz os padrões de cores, posições e ângulos nos quais o personagem pode aparecer. 
A partir desse guia ele deverá criar um protótipo. 
Só quando o protótipo for 

aprovado é que ele poderá iniciar a produção. Produzir sob licença exige um alto 

controle de qualidade e respeito às características originais das marcas e 

personagens. 

Mas esse rigor aumenta ainda mais quando o licenciamento envolve uma celebridade. 

Isso porque as personalidades, em geral, gostam de checar cada detalhe dos 

protótipos das peças que levarão o seu nome. 


Os tipos de propriedades licenciados mais comuns são: arte, personagens (cinema, 

TV, videogame, desenhos animados), colegial, moda, música, esportes (times, 

atletas) e sem fins lucrativos (museus, universidades, dentre outros). Segundo a 

Associação Brasileira de Licenciamento – ABRAL, os segmentos que mais utilizam o 

licenciamento no Brasil são confecção, papelaria e brinquedos, seguidos por 

calçados, higiene e beleza e alimentação.

As propriedades mais exploradas no mercado brasileiro são as relacionadas a 

entretenimento, como filmes, desenhos animados e HQs, 
destinado primordialmente ao 

público infantil.  Segundo a Licensing Brasil Meeting, estas opções respondem por 

cerca de 70% do mercado de licenciamento. Para ilustrar a dimensão deste mercado, 

pode-se citar o caso da Disney, que é um dos maiores licenciadores de personagens 

do mundo e, hoje, fatura mais com o licenciamento de produtos estampados com suas 

marcas e personagens, do que com a bilheteria de suas animações.

MPE

A maioria das micro e pequenas empresas se enquadram como licenciados, ou seja, são 

fabricantes ou prestadores de serviços que podem agregar valor ao seu produto ou 

serviços por meio da associação, por exemplo, com um personagem famoso de desenho 

animado ou a criação de algum artista aplicada a seus produtos. As possibilidades 

são inúmeras.

No entanto, o processo de licenciamento tem condições e termos que devem ser 

respeitados por ambas as partes. O licenciado deve pagar uma remuneração financeira 

ao licenciador, que pode ser um percentual sobre as vendas do produto (royalties). 

Em alguns contratos, é estabelecido ainda uma garantia ou valor mínimo a ser pago, 

independente da receita de vendas.

A empresa que pretenda licenciar uma propriedade deve fazer uma análise financeira 

sobre a sua viabilidade, ou seja, considerar os seguintes aspectos:

–    Volume de vendas previsto com a aplicação da propriedade em seu produto ou 

serviço;
–    Custos envolvidos com a produção (as exigências do licenciador para aplicação 

da propriedade e modificações necessárias no produto ou serviço, por exemplo);
–    Distribuição (será necessário acionar novos canais de distribuição?);
–    Remuneração do licenciador ou agente.



Exemplo de Uma empresa que queira ser licenciada deve anteder a alguns pré-

requisitos:

–    Produtos devem ser para todos os públicos;
–    Ter uma boa relação qualidade x preço justo;
–    Ter mix e sortimento de produtos;
–    Capacidade e flexibilidade produtiva;
–    Timing de suprimento e distribuição.

As principais condições do licenciamento são as seguintes:

–    Não poderá haver associação de marca, ou seja, a empresa licenciada não pode 

colocar sua marca, apena seu nome na etiqueta;
–    Não haverá exclusividade para o uso das propriedades licenciadas;
–    Será cobrado royalties sobre as vendas líquidas mensalmente;
–    Deverá ser pago um valor mínimo garantido em parcelas.

Pontos de venda

Além de produtos, serão licenciados quiosques oficiais que deverão estar 

preferencialmente em shopping centers. Para estes casos, deverá obedecer ao modelo 

desenvolvido pela Globo Marcas; e ter experiência no varejo, equipe capacitada e 

relacionamento com shoppings locais. A remuneração estabelecida é comissão sobre as 

vendas líquidas e mínimo garantido.

Aqui também vale a recomendação anterior de que, como se trata de um investimento a 

ser feito pela empresa que venha a ser licenciada, deve-se fazer um pequeno plano 

de negócio para mensuração da relação custo-benefício.

O Sebrae estabeleceu uma parceria para divulgação da oportunidade com a Globo 

Marcas e os interessados podem enviar um e-mail para sebrae2014@sebrae.com.br e 

conhecer mais detalhes.


Parceria para divulgação da oportunidade e os interessados para conhecer mais detalhes
Envie e mail para :
Terry Terrell.
Marca para Licenciamento:


Tudo sobre Licenciamento de marca

Segundo dados da Associação Brasileira de Licenciamento – ABRAL, o Brasil tem hoje cerca de 1.500 empresas licenciadas e 700 licenças disponíveis distribuídas entre 60 agências licenciadoras. Estima-se para o ano  aumento de 5%  – aproximadamente R$ 4,9 bilhões –, com royalties de 6 a 14%.
O Licenciamento:
O licenciamento é um contrato por meio do qual um licenciado arrenda os direitos de parte de uma propriedade intelectual protegida (nome, imagem, logotipo, personagem, ou composição de mais de um destes elementos) de um licenciador, que é o dono ou detentor da propriedade, para usarem em um produto ou serviço.
Os tipos de propriedades licenciados mais comuns são: arte, 
personagens (cinema, TV, videogame, desenhos animados), colegial, moda, música, esportes (times, atletas) e sem fins lucrativos (museus, universidades, dentre outros). Segundo a Associação Brasileira de Licenciamento – ABRAL, os segmentos que mais utilizam o licenciamento no Brasil são confecção, papelaria e brinquedos, seguidos por calçados, higiene e beleza e alimentação.
As propriedades mais exploradas no mercado brasileiro são as relacionadas a entretenimento, como filmes, desenhos animados e HQs, destinado primordialmente ao público infantil.  
Segundo a Licensing Brasil Meeting, estas opções respondem por cerca de 70% do mercado de licenciamento. Para ilustrar a dimensão deste mercado, pode-se citar o caso da Disney, que é um dos maiores licenciadores de personagens do mundo e, hoje, fatura mais com o licenciamento de produtos estampados com suas marcas e personagens, do que com a bilheteria de suas animações.
MPE 
A maioria das micro e pequenas empresas se enquadram como licenciados, ou seja, são fabricantes ou prestadores de serviços que podem agregar valor ao seu produto ou serviços por meio da associação, por exemplo, com um personagem famoso de desenho animado ou a criação de algum artista aplicada a seus produtos.

As possibilidades são inúmeras.

No entanto, o processo de licenciamento tem condições e termos que devem ser respeitados por ambas as partes. O licenciado deve pagar uma remuneração financeira ao licenciador, que pode ser um percentual sobre as vendas do produto (royalties). 
Em alguns contratos, é estabelecido ainda uma garantia ou valor mínimo a ser pago, independente da receita de vendas.
A empresa que pretenda licenciar uma propriedade deve fazer uma análise financeira sobre a sua viabilidade, ou seja, considerar os seguintes aspectos:
–    Volume de vendas previsto com a aplicação da propriedade em seu produto ou serviço;
–    Custos envolvidos com a produção (as exigências do licenciador para aplicação da propriedade e modificações necessárias no produto ou serviço, por exemplo);
–    Distribuição (será necessário acionar novos canais de distribuição?);
–    Remuneração do licenciador ou agente.
Exemplo para Licenciamento na Copa do Mundo FIFA 
A Globo Marcas é, segundo Flávio Secchin, a master licenciada da FIFA no Brasil para as seguintes propriedade e marcas: logo oficial, troféu oficial, “look” oficial.  Copa que pode ser aplicada em uma infinidade de produtos. Além de licenciar os produtos oficiais, também está encarregada dos canais oficiais de distribuição.
As categorias de produtos que podem ser licenciados pela FIFA/Globo Marcas são: vestuário, calçados, souvenires, bolas, papelaria, itens de torcedor, itens para casa, malas/bolsas, brinquedos e chapéus/bonés.
Uma empresa que queira, por exemplo, produzir uma camisa pode combinar as cores de determinado país, atrativos turísticos de determinada cidade-sede, ícones regionais e o “look” oficial. Vale ressaltar que as camisas oficiais das seleções só poderão ser produzidas pelas respectivas marcas.
No caso das pequenas empresas, para que minimizem a concorrência com as grandes, podem propor produtos com iconografia regional, criativos e voltados a nichos específicos de mercado. Pode ainda usar a ecologia como diferencial, incluir o artesanato local.
Uma empresa que queira ser licenciada deve anteder a alguns pré-requisitos:
–    Produtos devem ser para todos os públicos;
–    Ter uma boa relação qualidade x preço justo;
–    Ter mix e sortimento de produtos;
–    Capacidade e flexibilidade produtiva;
–    Timing de suprimento e distribuição.
As principais condições do licenciamento são as seguintes:
–    Não poderá haver associação de marca, ou seja, a empresa licenciada não pode colocar sua marca, apena seu nome na etiqueta;
–    Não haverá exclusividade para o uso das propriedades licenciadas;
–    Será cobrado royalties sobre as vendas líquidas mensalmente;
–    Deverá ser pago um valor mínimo garantido em parcelas.
Pontos de venda
Além de produtos, serão licenciados quiosques oficiais que deverão estar preferencialmente em shopping centers. 
Para estes casos, deverá obedecer ao modelo desenvolvido pela Globo Marcas; e ter experiência no varejo, equipe capacitada e relacionamento com shoppings locais. A remuneração estabelecida é comissão sobre as vendas líquidas e mínimo garantido.
Aqui também vale a recomendação anterior de que, como se trata de um investimento a ser feito pela empresa que venha a ser licenciada, deve-se fazer um pequeno plano de negócio para mensuração da relação custo-benefício.
Oportunidade tanto para as empresas detentoras das marcas, que ganham royalties com sua licença, como para empresas que desenvolvem produtos ou serviços e podem agregar valor aos mesmos por meio da aplicação de uma marca
Parceria para divulgação da oportunidade e os interessados para conhecer mais detalhes
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domingo, 26 de abril de 2015

Como montar fábrica de jeans? Isso é possível, veja aqui como!

Já pensou em ter sua própria fábrica de jeans? Isso é possível, veja aqui como!
Pare um momento e olhe ao seu redor, tem alguém usando uma calça jeans? Sim, esta é uma das peças mais clássicas e democráticas, estando presente no guarda roupa de praticamente todas as pessoas, desde mulheres, homens, crianças, jovens, adultos e idosos.
Para encontrar peças jeans é fácil, basta ir em uma loja de roupas para ter uma variedade de modelos e marcas à sua disposição. O que ocorre é que as roupas jeans costumam combinar com tudo, além de ser sempre uma boa “opção” para qualquer ocasião, nem muito formal e nem muito casual.
Inicialmente, o jeans foi criado com a intenção de ser uma roupa que aumentasse a proteção das pessoas, mas logo caiu no gosto do público e ganhou inúmeras versões, tornando-se um dos hits da moda que perdura durante lançamentos e lançamentos.
As roupas em jeans estão entre as mais consumidas do Brasil e do mundo, além de serem uma boa opção para montar os looks do dia a dia, também são uma excelente alternativa de negócio, tanto na área de fabricação quanto no comércio. Há diversas maneiras de ganhar dinheiro trabalhando com o jeans, basta escolher aquela que mais está de acordo com as suas habilidades.
Você gostaria de trabalhar com jeans? Pois bem, uma das possibilidades é montar uma fábrica de jeans, sendo necessário adquirir os equipamentos e materiais necessários para a confecção.
Gostou da ideia? Para te ajudar criamos esse texto com informações e dicas voltadas para montar uma fábrica de jeans. Que tal aprender agora mesmo?
Por: Vinícius Gonçalves

Conheça A Origem Do Jeans

O jeans é considerado um tecido extremamente contemporâneo, mas a sua existência perdura por mais de um século, estando sempre se renovando. Tudo começou em 1853, nos Estados Unidos, quando Levi Strauss, em uma das suas peregrinações pelos garimpos do país, descobriu que os trabalhadores deste setor necessitavam de uma roupa mais resistente para se proteger durante as suas atividades.
Na época, a família de Levis possuía uma loja de tecidos, o que o levou a misturar e criar uma calça de lona, pensando especialmente nos garimpeiros. A sua criação deu tão certo, que em poucos anos a peça passou a ser utilizada não só pelos garimpeiros, mas também pelas pessoas que gostariam de se proteger e usar uma roupa diferenciada, surgindo a marca Levis, uma das mais famosas do ramo do jeans.
No Brasil, o jeans começou a ganhar popularidade a partir de 1950, aparecendo primeiramente nas calças, posteriormente, o tecido passou a ser utilizado na confecção dos shorts, camisas, coletes, entre outras peças, as quais são consideradas sinônimas de jovialidade e praticidade.

Por Que Investir Em Uma Fábrica De Jeans?

Você gostaria de trabalhar com a fabricação de jeans? Pois bem, esta atividade pode lhe ser altamente lucrativa, mas você deve querer saber o porquê realmente vale a pena, concorda? Quais são os principais fatores que levam essa atividade a estar entre os melhores ramos de negócio?
Em primeiro lugar, nós estamos falando de um tecido que é atemporal, estando presente nas principais tendências da moda durante todo o ano, além de as calças jeans ser consideradas peças básicas do vestuário masculino e feminino, o que faz com que este mercado seja estável e bastante lucrativo.
Além disso, o tecido jeans é muito versátil, apresentando uma grande variedade comercial, visto que pode ser transformado em calças, jaquetas, shorts, camisas, coletes, saias, entre outras peças, o que permite que você trabalhe com vários clientes ao mesmo tempo, consequentemente, aumentando as suas possibilidades de rendimentos.
O corte do jeans é relativamente simples, o que permite que uma fábrica consiga roupas de qualidade sem precisar de estilistas renomadas e caríssimos, com isso, o custo da roupa se torna relativamente barato e, o consumidor, consegue um produto de excelente qualidade.
Cabe também lembrar que o preço das roupas jeans não são os mais baratos, o que representa um bom lucro para o fabricante e até mesmo o comerciante. Veja, se você consegue fabricar um produto de qualidade e de baixo custo, o qual representa boa lucratividade, inclusive para o comerciante, é fácil perceber que o negócio pode ser bem rentável, concorda? A demanda é ótima!
Informação Importante:

Pesquisas do IBGE e DIEESE confirmam que são mais bem sucedidos os empresários que fazem um planejamento ANTES de iniciar o próprio negócio. 

Dicas De Como Montar Uma Fábrica De Jeans

Ao decidir trabalhar com a fabricação de jeans é necessário tomar alguns precauções, adquirindo os materiais e equipamentos adequados para exercer esta atividade, somente assim é possível obter sucesso nesta área. Por isso, acompanhe abaixo nossas dicas de como montar uma fábrica de jeans e se tornar um verdadeiro sucesso no ramo.

1- Escolha O Local Adequado Para Montar A Fábrica De Jeans

Assim como qualquer outro tipo de negócio, uma fábrica de jeans também requer um espaço adequado para que possa funcionar com eficiência. Portanto, a sua primeira missão é escolher um local apropriado para instalar o seu negócio. O ideal é começar com um lugar mediano, com capacidade para abrigar, no mínimo, dez pessoas.
O espaço reservado para trabalhar com a confecção de jeans também necessita ter, pelo menos, três repartições, visto que cada peça produzida passa por etapas diferentes até ficar totalmente pronta. Para ser completa, uma fábrica de jeans deve contar com espaços para a recepção de matéria-prima, depósito, sala de costura, sala de corte, passadoria, revisão e embalagem, escritório, vestiário e refeitório.
Algumas peças precisarão ser maiores que outras, por isso, tome cuidado na distribuição. Uma boa dica é utilizar divisórias de mdf para fazer as repartições na peça, o preço é mais acessível e o resultado é excelente.

2- Adquira Os Materiais E Equipamentos Para A Fábrica De Jeans

Já selecionou o espaço para trabalhar com a confecção de jeans? Então, agora é o momento de adquirir os materiais e equipamentos para dar início às suas criações. Para quem estão começando com um negócio de pequeno porte, indica-se comprar entre 5 e 10 máquinas de costurar, tesouras, linhas reforças das costura, alfinetes, mesas, cadeiras, ferros de passar, tábuas de passar roupa, fita métrica, tecido jeans por metro, botões, metros de zíper, agulhas.
Os materiais para confeccionar jeans podem variar de acordo com o tipo de peça que você pretende produzir. Por exemplo, para criar peças com lavagens é necessário comprar tintas para promover o desbotamento do tecido.

3- Desenhe Peças Clássicas E Atuais

As roupas em jeans são peças contemporâneas e ao mesmo tempo atemporais, no entanto, a cada nova estação surge novidades em tipos de cortes, lavagens e demais detalhes. Portanto, a sua confecção deve desenhar e desenvolver peças que sejam clássica e outras atuais, que estejam acompanhando as principais tendências do universo da moda.
Sendo assim, não abra mão de apostar nas roupas jeans de corte reto, que estão entre as peças mais consumidas feitas a partir deste tecido, principalmente as calças jeans. Já, entre os modelos atuais, pode-se citar o corte skinny e flare, que caíram no gosto do público, tanto masculino quanto feminino, principalmente em razão de ‘marcar’ mais o corpo e vestir muito bem.

4- Fabrique Variedades De Jeans

O jeans é um tecido muito versátil, podendo ser empregado em praticamente todos os tipos de roupa. Levando isso em consideração, é recomendado que a sua fábrica aposte na variedade de jeans, fabricando calças, bermudas, shorts, camisas, coletes e jaquetas.
Também, é recomendado variar nos tamanhos produzidos, criando desde as peças em manequins menores até os tamanhos plus size, além de usar diversos detalhes, fazendo desde roupas simples até as mais ousadas e modernas.

5- Priorize O Conforto Nos Produtos Da Fábrica De Jeans

O tecido jeans é conhecido por não ser muito maleável, logo, é necessário tomar cuidados para produzir peças que priorizem o conforto do consumidor final. Por isso, evite fazer costuras que possam marcar a pele dos usuários e dê preferência para o jeans que é composto com algodão ou elastano, que oferece maior flexibilidade.
Os jeans feitos com materiais pouco elásticos acabam por incomodar um pouco o usuário, o qual sente-se um pouco “preso” e com dificuldades de se movimentar.

6 – Crie A Sua Própria Linha Na Fábrica De Jeans

Quem está ingressando no mercado com uma fábrica de jeans deve iniciar reproduzindo os modelos que já são bem conceituados, pois assim você estará garantindo a aceitação dos seus produtos por parte do público consumidor.
Porém, conforme o seu empreendimento for evoluindo, é recomendado criar a sua própria linha de jeans, ou seja, lançar peças com características personalizadas, o que ajuda a criar uma identificação da sua marca.

7- Exponha Os Produtos Da Fábrica De Jeans

Não basta apenas investir na qualidade dos seus produtos, também é necessário divulga-los. Neste caso, uma boa dica é expor as suas mercadorias feitas em jeans em eventos como, por exemplo, feiras itinerantes, exposições em sites, além de criar catálogos para mostrar as roupas com maiores detalhes, enfatizando as modelagens.
Outra opção para divulgar o seu jeans é investir na organização de desfiles para apresentar as peças das novas coleções, isto serve para se aproximar do público-alvo, além de agregar mídia à sua marca, fazendo com que ela ganhe popularidade.

Que Tal Começar A Sua Fábrica De Jeans E Nos Contar Como Está Indo Seu Negócio?


FACÇÃO JEANS E COMO SE MANTER ESTÁVEL COM ELES

    Me desculpe pessoal por demorar em postar mais assuntos aqui, mas andei muito ocupado nos últimos dias e não consegui arrumar tempo para escrever, mas hoje venho falar de um assunto muito importante para quem tem uma facção de jeans, o fornecedor a quem ela vai prestar serviço, qual o relacionamento certo a seguir e o que se esperar de uma facção em jeans em um momento que a China invade nossas prateleiras com peças que chegam aqui prontas a R$ 12,00 no máximo, então espero que gostem do assunto e comentem.
Quando estamos com a produção rodando vem aquele inconveniente problema, a falta de produto na entrada, aí você liga para seu fornecedor e ele diz que vai te mandar e não manda fica enrolando, claro isso acontece por que as coisas estão ruins para ele, precisa segurar a produção para não estocar muito e nisso quem paga são as facções, mas como achar um meio termo para se manter abastecido independente da época do ano. Bom isso posso te dizer com certeza, depende muito do relacionamento e da sua qualidade com a empresa e o produto além de juntar o quanto você atendeu o seu fornecedor na época que ele precisou, pois funciona assim nesse setor, uma hora da caça e outra do caçador, não é diferente disso não e esses fatores que mencionei é meio caminho andado, você deve se prevenir de outras formas também, aumente o grupo na época forte e não fique na mão de apenas um fornecedor, pois se ele não te abastece direito você acaba tendo um prejuízo certo, deve ter mais 1 ou 2 fornecedores, assim na falta de serviço dos três, com uma redução de pessoal, com os 3 abastecendo (um pouco de cada pois diminui a demanda) se mantém pelo menos um grupo funcionando normalmente, com isso acontece uma renovação natural de 1 ano para outro em seu grupo de trabalho, com a saída de alguns funcionários descontentes ou que vão para outra cidade, ainda assim a empresa funciona normalmente .
Outra saída interessante mais que demanda um pouco mais de tempo de um grupo de trabalho é o aumento do porte de sua empresa para oferecer seus serviços a empresas de ponta com uma alta produção e que precisem receber o produto parcialmente ou até mesmo totalmente acabado em suas prateleiras, elas pagam mais, e sua empresa oferecendo essa opção se torna diferenciada, podendo ter mais argumentos na hora de negociar, mas cuidado, deve ser especializado e acertar a logística muito bem senão o seu dinheiro vai demorar mais ainda para chegar em sua conta, essa opção daqui a 3 ou 4 anos vai se tornar a única opção para os facçionistas, principalmente aqueles que prestam serviços a grandes ou médios fornecedores.
Mas ainda vai um conselho final, guarde dinheiro e monte sua própria marca, lance ela aos poucos no mercado e torne ela conhecida, na verdade é isso que te dará lucro de verdade, enquanto sua facção não for grande não conseguirá se tornar uma empresa altamente rentável.
Mas ainda preserve seus bons relacionamentos, nesse ramo existe muitos malandros em que as empresas fornecedoras já estão cansados deles, seja honesto, pontual e faça ainda de sua palavra uma de suas armas, se falou ou prometeu para tal dia cumpra, seja inteligente com a colocação das palavras, não estou dizendo para ser um banana mas sim inteligente deixe sua política clara e tenha uma linha de pensamento, pois se numa dessas você tiver êxito em sua marca própria será esses aspectos de sua personalidade que vão definir se sua empresa será grande ou pequena, será organizada ou uma bagunça, pois como diz Ghandi, “você é aquilo que você pensa que é,  é do tamanho em que almeja ser”, então haja da maneira que você gostaria em quem agissem com você, para que quando estiver grande saiba tratar os pequenos, ainda que agora sofra com esse tipo de comportamento, lembre-se, essas qualidade apenas existe em grandes Case´s e líderes mundiais, pense nisso e comentem.

FACÇÃO EM JEANS AINDA É RENTÁVEL?

    Como estávamos abordando a alguns post atrás sobre facção, sua produção e sua lucratividade, hoje vamos fazer algumas colocações para ver se é o perfil de negócio que você procura.
Há muito tempo que os  preços por peça para facção em jeans estão defazados, peças básicas hoje ninguém paga mais que R$3,50 por peça, e peças mais desenvolvidas não passa de R$5,50 isso quando acha uma empresa que paga isso, mas como dissemos anteriormente o maior problema está na qualidade, empresas que demoram para pagar, não exige muito geralmente paga com demoras, chamamos esse tipo de empresa de problemáticas, outras que são as empresas boas de trabalhar tem produtos desenvolvidos e produtos básicos, mas que exige uma qualidade muito superior que a concorrência, aí o bicho pega, pois se não tiver qualidade você fica sujeito a empresas problemáticas que pagam com 30, 60 dias e quando não dão o calote e te deixam no prejuízo, você entrega seus lotes e elas somem, isso é muito comum nas empresas de São Paulo, então se você fabrica para lá tome cuidado, claro que não são todas mas fique atento a demoras no pagamento, cheques devolvidos, baixa na demanda, sempre procure segurar lotes com você e entregue após pagamento, porque na pior das hipóteses você fica com o lote e pode vender ele, mas voltando ao assunto, tudo depende  de como você leva sua empresa, políticas, regras, sempre ter um panorama claro, para quem você trabalha, quanto produz, quanto precisa de giro essas coisas, senão fica difícil encaixar os acontecimentos.
Então vamos fazer umas contas simples, você com 35 funcionários por exemplo deve produzir com um produto mesclado cerca de 9.500 peças por mês, na pior das hipóteses, a um preço médio de R$4,00, então terá um faturamento de R$ 36.960, depende do valor do salário de cada lugar, a maior despesa é a folha de pagamento então aí você verá se terá lucro ou não.
Na minha opinião facção é para aquela pessoa que quer trabalhar, não vai te dar um lucro exorbitante, apenas te fará ter uma vida melhor se levar tudo certo, mas com certeza viverá uma vida de trabalho duro e se tiver visão, qualidade e profissionais competentes do teu lado será bem sucedido nesse ramo da terceirização que está carente de empresas idôneas e que tenham visão.

domingo, 19 de abril de 2015

Loja de equipamentos DE ILUMINAÇÃO em LED , faturando, com cadastro de clientes ativos..1X3.200 + 12de800,

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